12.10.2008

Quando os anos se passam e você não acompanha

Oi pessoas,
Eu tinha planejado outro texto dando sequência ao anterior: "o que te leva a deixar um comentário num blog?", porém ficou meio extenso e achei melhor deixar pra outro dia, dois textos grandes sequenciais não é nada proveitoso, ninguém gosta, fica pra outra data.


Eu não sei quanto a vocês, mas nessa época do ano (fim de ano) eu fico muito introspectiva.
Começo a perceber que o ano se passou como disse bem a sarah no post, e não mudei nada na minha vida, continua na mesmice de sempre.


Hoje estava conversando com um amigo no msn e ele disparou algo que me deixou mais aflita ainda, aflita porque o tempo voa e eu vou ficando pra trás:

Eu não leio, não tenho concentração no trabaho, não namoro, não faço atividade física regular, não faço nada, acordo e vou pro trabalho, saio do trbalho vou pra casa e blogo, é só isso.
É desanimador, é desconsolador.
E cada plano que vai pra água baixo piora mais ainda, eu não sei o que faço mais pra dá uma guinada em tudo. Até anotações eu já fiz mas nada saiu do papel, será que preciso de terapia? o que é preciso??
E com vocês?? como anda a situação??

Abraços.
Créditos da imagem.

9 comentários:

  1. Olha Iarinha...

    posso te dizer que estou em uma das minhas melhores fases...

    estou com dois empregos, dos quais eu gosto muito, tenho um namorado maravilhoso, estou perto da minha família e amigos...

    faço teatro que é minha paixão...
    e é isso meu..

    sabe que as pessoas (não estou dizendo você) tem mania de reclamar demais e não enxergam o lado bom das coisas..

    por mais que meu chefe seja muuuito chato, eu digo que gosto do meu emprego mesmo, pq hoje de manhã eu vi uma mulher catando papel pra sobreviver e achei horrível...

    temos que aprender a gostar das coisas que fazemos e nos realizar com ela..
    se não, por mais que façamos algo diferente, vamos achar que estamos envolvidos sempre em uma rotina.

    Certo garota?

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  2. Iara, desliga o PC e vai dar umas voltas por aí. Vai comer uma batata frita na praça... sei lá. Dançar um forró. Entrar para um grupo de tai-chi-chuan matinal. Aquele que se exercita na praça às seis da manhã.

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  3. Eu também vivo assim. Quando não tenho trabalho, como é o caso deste fim de ano, passo muito tempo em casa, e homem em casa, é sinonimo de brigas e discussão ao longo do dia, então saio e vou andar!

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  4. Comigo também acontece isso, o post fica muito grande e para não cansar o leitor continuo no dia seguinte. Também acontece de eu planejar um roteiro e o assunto acabar em outra direção. Não me rebelo, me submeto ao que a pena me ordena, diriam os antigos. Agora quem comanda é o teclado.

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  5. oi pessoal, obrigada pelos comentários.

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  6. Iara,

    Vim agora só para agradecer a visita e comentário nA Itinerante. Não sabe como me fiquei contente, ainda mais depois do teu post anterior. Acho que significa que passei pelo crivo, não é? rsrs

    Sobre as dificuldades, vou passar batido porque já estou a ponto de pedir para parar o mundo só para que eu descer.

    Beijos

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  7. Iarinha... A gente vive numa correria e o tempo passa muito rápido não é? mas concordo com o Jonnhy Rox. Desliga o PC e vai ver a vida "ao vivo"!!! Você ainda é uma garota e muito lindinha p´ra ficar "amarrando bode"
    Um beijão!

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  8. É, Iarinha, comigo acontece a mesma coisa, não fiz nada de produtivo neste ano, nem nos anteriores... Há tempos não sinto mais prazer em nada, especialmente no trabalho e na família... a vontade que eu tenho é de ir para uma montanha e ficar recluso para o resto da vida. Tudo me desanima, fico irritado com qualquer coisinha, a vida que estou vivendo não era nada do que eu tinha imaginado anos atrás.

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  9. Tá todo mundo fudido. hahhahaha
    Mas sério, só vejo gente reclamando, e 2008 foi foda pelo visto.

    Pra mim tem sido uma catástrofe, mas não sou parâmetro pra medir coisa alguma, já que sou bipolar e adicto em recuperação.

    E cada dia que passa parece que me chafurdo mais um pouquinho na lama, excetuando-se raríssimos períodos de calmaria.

    Nossa sociedade é de autômatos. Se pode apenas sobreviver, trabalhando cerca de 45 horas por semana. Viver nem pensar.

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